sábado, 1 de dezembro de 2007

TCC - O que é isso?

Trabalho de Conclusão de Curso,mais conhecido como o temível TCC.Pois bem,cheguei nessa fase da minha vida...daqui a alguns meses estarei defendendo meu trabalho.Desde o começo do curso eu estava muito angustiada,mas até os meus professores diziam para eu não me preocupar que quando chegasse a hora eu saberia o que apresentar,mas eu continuava sem saber como seria meu TCC,tenho que admitir que até agora faltando menos de um mês para eu entregar meu projeto para o orientador não sei realmente o que fazer.
Temas não surgiram tantos,mas os poucos me empolgavam e quando eu levava minhas idéias pro orientador ele baixava logo a minha bola,colocando empecilhos que eu não via e isso só foi me deixando cada vez mais preocupada.
Em junho assisti a diversos temas apresentados e defendidos por outros acadêmicos que já estavam se formando,saí de lá acreditando que realmente o TCC não era um bicho-papão como alguns acadêmicos diziam.Eu pensei que o dificil fosse só arranjar um tema,e que o resto do trabalho não seria assim tão dificil.
Pois agora vejo tudo diferente,tudo complicado.Mas,mesmo assim me sinto confiante,acredito que quando realmente chegar a hora vai estar tudo perfeito.Mas por enquanto eu vou gastando meus neurônios lendo livros que me ajudem a ter embasamento teórico para apresentar meu tema.
Para quem estiver passando pela mesma experiência que eu,Desejo Boa sorte,porque de sorte sempre precisamos.

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Cecília Meireles,seu novo livro e sua estória!

Ontem eu estava decidida a ir dormir cedo,sim não queria ficar na internet até altas horas.Daí acabei assistindo o finalzinho do jogo(Corinthians 0 x 1 Vasco) tinha at e´um padre lá na arquibancada sofrendo com um gol não marcado do jogador corinthiano,heheheh padres também são torcedores!Já estava quase pegando no sono quando vi uma matéria da Cecilia Meireles.
O neto dela Alexandre Teixeira,encontrou um material dela,uns 20 textos que ela separou e organizou para posteriormente lançar um livro.Motivo pelo qual não foi lançado nin guém sabe mas agora o seu neto se encarregou de fazer isso.Originalmente eram artigos que eram publicados no "O Jornal"(do Rio),na época que Cecilia vivia uma fase ruim na sua vida e no seu casamento,seu marido era maniaco-depressivo e se matou,ela então teve que trabalhar para sustentar suas 3 filhas e em 10 anos(1925-1935) ela não publicou uma poesia,mas já havia preparado uma introdução para o livro que teria esses 20 textos,mais outros 11 que foram encontrados pela biblioteca nacional,no Rio.Ao contrário do que se podia imaginar Cecilia não tinha uma vida feliz e um casamento estável e isso ela deixou registrado em seus textos e na introdução do livro com essa citação:

"O Jornal solicitou-me colaboração para os números e domingo. Relendo-as, verifico 10 anos depois, que ainda me comovem essas páginas. Nelas está minha vida, em toda sua dureza, numa fase amargurada de construção (...) E olhando para esse tempo de duras experiências, apenas me restaria murmurar”. “E a dor tem sempre caminhos mais longos".

Após ter descoberto como a Cecília via sua própria vida e seu casamento,lembrei-me de Virginia Woolf,escritora que se suicidou.Ela também aparentemente tinha uma casamento estável e aparentemente feliz com seu ciclo de amigos intelectuais.Mas o que se pode perceber vendo a vida e a obra dessas duas autoras é que:dos maiores sofrimentos que surgem belas estórias e por mais contraditório que pareça surgem belas palavras também.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Ignorando uma nova vida!

Um bebê de apenas dez dias foi abandonado em um bueiro, em São Luís. A polícia procura a mãe da recém-nascida, que foi resgatada com vida.O nome da menina foi escolhido pelas enfermeiras: Isabele. "Quando escutei ‘Isabele’, imaginei a palavra ‘bela’, uma criatura bela”, explica a enfermeira Samia Azevedo.
Isabele tem 52 centímetros e quase três quilos. Ela se alimenta a cada três horas; o leite é dado por uma sonda, para facilitar a absorção das proteínas.Quando chegou à maternidade do Hospital Universitário em São Luís, na quinta-feira à Noite, Isabele tinha ferimentos pelo corpo e muito sono. “Ela estaba dormindo talvez pelo cansaço, pelo desconforto de onde ela se encontrava”, acredita uma enfermeira.
A menina foi deixada num valão, no meio do mato e do lixo. Ela estava sem roupa, enrolada nesse pedaço de lona preta.Foi o carroceiro Francivaldo da Silva quem encontrou o bebê. “Eu estava passando quando ouvi chorar. Aí eu levei um susto, me e quando olhei ela estava se mexendo e chorando bem fraquinho”, ele conta.Os moradores do bairro logo vieram ajudar. “Foram duas moças que pegaram a criança, uma banhou e a outra amamentou. E levaram em seguida no carro da polícia, pra uma maternidade”, diz a estudante Amanda Cunha.
Assim que receber alta, Isabele deve ser enviada a um abrigo e encaminhada para adoção. Mas, por enquanto, ela tem o carinho e o aconchego de outras mães na maternidade.


Uma noticia dessas com certeza causa revolta nos leitores/telespectadores.Tantas mulheres sofrendo por não poder gerar uma nova vida,enquanto outras que ignoram a existência desses novos seres.Com tantos metodos contraceptivos,preservativos ,ELAs ainda preferem optar por metodos mais práticos e um dos atos mais crueis contra a vida de um ser humano:o abandono.até parece que virou moda abandonar bebês na rua,no lixo,no rio,no meio do nada.Volto a dizer que é revoltante uma atitude dessas e lamentável pelo fato de um inocente ser tratado com um NADA!