Ontem eu estava decidida a ir dormir cedo,sim não queria ficar na internet até altas horas.Daí acabei assistindo o finalzinho do jogo(Corinthians 0 x 1 Vasco) tinha at e´um padre lá na arquibancada sofrendo com um gol não marcado do jogador corinthiano,heheheh padres também são torcedores!Já estava quase pegando no sono quando vi uma matéria da Cecilia Meireles.
O neto dela Alexandre Teixeira,encontrou um material dela,uns 20 textos que ela separou e organizou para posteriormente lançar um livro.Motivo pelo qual não foi lançado nin guém sabe mas agora o seu neto se encarregou de fazer isso.Originalmente eram artigos que eram publicados no "O Jornal"(do Rio),na época que Cecilia vivia uma fase ruim na sua vida e no seu casamento,seu marido era maniaco-depressivo e se matou,ela então teve que trabalhar para sustentar suas 3 filhas e em 10 anos(1925-1935) ela não publicou uma poesia,mas já havia preparado uma introdução para o livro que teria esses 20 textos,mais outros 11 que foram encontrados pela biblioteca nacional,no Rio.Ao contrário do que se podia imaginar Cecilia não tinha uma vida feliz e um casamento estável e isso ela deixou registrado em seus textos e na introdução do livro com essa citação:
"O Jornal solicitou-me colaboração para os números e domingo. Relendo-as, verifico 10 anos depois, que ainda me comovem essas páginas. Nelas está minha vida, em toda sua dureza, numa fase amargurada de construção (...) E olhando para esse tempo de duras experiências, apenas me restaria murmurar”. “E a dor tem sempre caminhos mais longos".
Após ter descoberto como a Cecília via sua própria vida e seu casamento,lembrei-me de Virginia Woolf,escritora que se suicidou.Ela também aparentemente tinha uma casamento estável e aparentemente feliz com seu ciclo de amigos intelectuais.Mas o que se pode perceber vendo a vida e a obra dessas duas autoras é que:dos maiores sofrimentos que surgem belas estórias e por mais contraditório que pareça surgem belas palavras também.
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Ignorando uma nova vida!
Um bebê de apenas dez dias foi abandonado em um bueiro, em São Luís. A polícia procura a mãe da recém-nascida, que foi resgatada com vida.O nome da menina foi escolhido pelas enfermeiras: Isabele. "Quando escutei ‘Isabele’, imaginei a palavra ‘bela’, uma criatura bela”, explica a enfermeira Samia Azevedo.
Isabele tem 52 centímetros e quase três quilos. Ela se alimenta a cada três horas; o leite é dado por uma sonda, para facilitar a absorção das proteínas.Quando chegou à maternidade do Hospital Universitário em São Luís, na quinta-feira à Noite, Isabele tinha ferimentos pelo corpo e muito sono. “Ela estaba dormindo talvez pelo cansaço, pelo desconforto de onde ela se encontrava”, acredita uma enfermeira.
A menina foi deixada num valão, no meio do mato e do lixo. Ela estava sem roupa, enrolada nesse pedaço de lona preta.Foi o carroceiro Francivaldo da Silva quem encontrou o bebê. “Eu estava passando quando ouvi chorar. Aí eu levei um susto, me e quando olhei ela estava se mexendo e chorando bem fraquinho”, ele conta.Os moradores do bairro logo vieram ajudar. “Foram duas moças que pegaram a criança, uma banhou e a outra amamentou. E levaram em seguida no carro da polícia, pra uma maternidade”, diz a estudante Amanda Cunha.
Assim que receber alta, Isabele deve ser enviada a um abrigo e encaminhada para adoção. Mas, por enquanto, ela tem o carinho e o aconchego de outras mães na maternidade.
Uma noticia dessas com certeza causa revolta nos leitores/telespectadores.Tantas mulheres sofrendo por não poder gerar uma nova vida,enquanto outras que ignoram a existência desses novos seres.Com tantos metodos contraceptivos,preservativos ,ELAs ainda preferem optar por metodos mais práticos e um dos atos mais crueis contra a vida de um ser humano:o abandono.até parece que virou moda abandonar bebês na rua,no lixo,no rio,no meio do nada.Volto a dizer que é revoltante uma atitude dessas e lamentável pelo fato de um inocente ser tratado com um NADA!
Isabele tem 52 centímetros e quase três quilos. Ela se alimenta a cada três horas; o leite é dado por uma sonda, para facilitar a absorção das proteínas.Quando chegou à maternidade do Hospital Universitário em São Luís, na quinta-feira à Noite, Isabele tinha ferimentos pelo corpo e muito sono. “Ela estaba dormindo talvez pelo cansaço, pelo desconforto de onde ela se encontrava”, acredita uma enfermeira.
A menina foi deixada num valão, no meio do mato e do lixo. Ela estava sem roupa, enrolada nesse pedaço de lona preta.Foi o carroceiro Francivaldo da Silva quem encontrou o bebê. “Eu estava passando quando ouvi chorar. Aí eu levei um susto, me e quando olhei ela estava se mexendo e chorando bem fraquinho”, ele conta.Os moradores do bairro logo vieram ajudar. “Foram duas moças que pegaram a criança, uma banhou e a outra amamentou. E levaram em seguida no carro da polícia, pra uma maternidade”, diz a estudante Amanda Cunha.
Assim que receber alta, Isabele deve ser enviada a um abrigo e encaminhada para adoção. Mas, por enquanto, ela tem o carinho e o aconchego de outras mães na maternidade.
Uma noticia dessas com certeza causa revolta nos leitores/telespectadores.Tantas mulheres sofrendo por não poder gerar uma nova vida,enquanto outras que ignoram a existência desses novos seres.Com tantos metodos contraceptivos,preservativos ,ELAs ainda preferem optar por metodos mais práticos e um dos atos mais crueis contra a vida de um ser humano:o abandono.até parece que virou moda abandonar bebês na rua,no lixo,no rio,no meio do nada.Volto a dizer que é revoltante uma atitude dessas e lamentável pelo fato de um inocente ser tratado com um NADA!
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