A LUA NO CINEMAA lua foi ao cinema,
passava um filme engraçado,
a história de uma estrela
que não tinha namorado.
Não tinha porque era apenas
uma estrela bem pequena,
dessas que, quando apagam,
ninguém vai dizer, que pena!
Era uma estrela sozinha,
ninguém olhava pra ela,
e toda a luz que ela tinha
cabia numa janela.
A lua ficou tão triste
com aquela história de amor
que até hoje a lua insiste:
— Amanheça, por favor
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Precisamos situar e entender a importância da obra de Paulo Leminski a partir de dois eixos fundamentais, que marcam a sua formação literária: o concretismo e a contracultura dos anos 60/70. Na obra de Leminski estas duas informações estéticas se fundem e adquirem uma nova dimensão, que fazem com que ele seja fundador de um novo e único momento na poesia brasileira da segunda metade do século.
[...]
Fonte:http://www.kakinet.com/caqui/leminski.htm
P.Leminski veio pra fazer a diferença no mundo literário.Inovando,recriando,traduzindo,se tornou um dos grandes nomes na Poesia Marginal.
Aquela que foge de estilos,rimas ricas ou pobres,que foge do tradicional.A poesia que veio pra criticar o sistema político,que veio para criticar o preconceito,escancarando relações,vícios e atitudes...
6 comentários:
Gosto de Leminski especialmente nos hai kais. Uma criatividade, uma inovação, um carisma... Ousadia? Nem se fala! É encantador, realmente.
Beijocas
www.lizziepohlmann.com
Hummm quando vc leu o Ménage a primeira vez , tinha Leminski lá.
Curioso.
Definitivamente ele foi único , percursor de uma liberdade literária muito julgada.
Sempre bom lembra - lo.
Gostei e me identifiquei um pouco com a história da estrela. Vou pesquisar sobre o autor ;)
Beijinhos e boa semana
Oi Heliana!
Estou passando rapidinho para agradecer sua visita no meu blog 'espirita na net' e desejar uma ótima semana!
Conheço pouco de Leminski, mas graças a posts em blogs como o seu estou conhecendo mais e adorando! Obrigada! :)
Bjos!
Doro Leminsk!!
Muito bom mesmo, são autores que saem da mesmice criando novos rumos, para alguns puritanos marginal, para outros a verdade sem máscaras.
Besitos
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