terça-feira, 15 de novembro de 2011

sem respostas

Mais uma vez me encontro fazendo perguntas sem obter respostas.
E se as perguntas são dificeis de entender,teriam respostas impossíveis então?
A que parte do mundo eu pertenço?
Eu vejo pessoas andando com atrativas embalagens, mas o gosto, textura, consistencia são sempre o mesmo.
E eu hei de estar mais uma vez a beira do abismo com a minha esperança no colo. Ela implorando por mais uma chance e minha (falta) de sensibilidade ignorando qualquer súplica.
Mas e a minha fé? A que eu prometi jamais abandonar em nome da minha crença?
Meu autismo não me impede de ter a visão do mundo que eu tenho. E eu consigo deixar pequenos fatos me abalarem estrondosamente.

Eu preciso de algo que nem mesmo eu sei o que é.

Pois bem deixo os meus escritos pra trás e volto a ouvir as músicas que me façam pensar no gosto mais doce das coisas.
E se ninguém entender, eu não ligo.

4 comentários:

Lara Utzig disse...

Tente reparar nas embalagens mais simples, então. ;)

Luna Sanchez disse...

"E eu consigo deixar pequenos fatos me abalarem estrondosamente."

Tão eu, Heliana...tão eu!

Um beijo.

Tiago Quingosta disse...

Amor, você já tentou procurar as respostas em lugares diferentes? Ou deixar de procurá-las? Às vezes ajuda. Não exija muito de si.

Mariana Valois disse...

Talvez nao pertencamos a mundo algum. Quem sabe podemos fazer nosso proprio mundo. Pois fujo daquele amargo da vida, tentando encontrar um doce que ninguem tem...busco algo todos os dias, que nem voce...te amo.