sábado, 8 de dezembro de 2012

A arte de se (re) apaixonar ♥



a gente tenta evitar, mas quando vê não tem jeito.
é aquela velha história: e quem irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?
Bom, eu sou suspeita pra falar sobre coração. ao meu ver ele é bem danado, nos coloca em cada situação rs
mas, apartir do momento que você tem consciência de que não tem pra onde fugir, você vai seguindo a caminhada. e enquanto isso você se vê diante da seguinte indagação : Quantas vezes você se (re)apaixona pela mesma pessoa?
O que? essa pergunta não lhe passa pela cabeça muitas vezes? Xi, problemas á vista.
A egocêntrica aqui, não quer saber da sua opnião. Claro, Eu não posso falar por você (s), certo?
Pois bem, me peguei, ops essa pergunta me pegou e fiquei pensando na(s) resposta(s).
não é uma pergunta objetiva, tipo quanto é 2+2 . há quem possa te sugerir questionar isso a Deus (não entendi, mas tudo bem).
Eu achei melhor pegar um papel e começar a escrever meu monólogo.
E na minha cabeça vinha: será que
É toda vez que uma voz do outro lado do telefone diz : ''oi amor'' #);
ou quando você abraça ele/ela e sente o coração bater mais forte sem conseguir identificar qual coração tá batendo tanto assim;
ou quando começa a tocar uma música na rádio que te lembre desse alguém, e não sendo o suficiente você troca de estação e começa a tocar outras e talvez uma sequência de músicas que te fazem pensar nele/nela;
ou quando chega uma sms e segundos depois você percebe que estampou um sorriso bobo no rosto;
ou quando no banho começa a desenhar corações no vidro do box embaçado pelo banho quente;
ou quando você se vê todo cheio de clichês escrevendo frases/trechos de música nas redes sociais?

Depois de tantas opções, cheguei a conclusão que eu me (re)apaixono pela mesma pessoa toda vez que fecho os olhos e lembro do sorriso, que pra mim virou o mais bonito da cidade.

rá, me superei com tanto clichê.♥

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Premeditado (Parte I )



O sorriso se fecha
Em poucos segundos
A cavalaria chega

Tic tac tic TAC
O terrorista se prepara
Fantasia armada

O chefe manda!
A raiva se instaura
Previna o caos!
Não tem diálogo que ‘’remedie’’

Subordinados atacam
Segundos depois
Missão efetivada!

Das lembranças, nehuma
Das mágoas,
Guardei todas no lugar errado

Quem assina:
O Homem –bomba,
Vulgo ciúme.


terça-feira, 17 de julho de 2012

sabor clichê

o amor é a submissão ao contrário
é dizer não gosto de rock
mas fechar os olhos
e gostar
de lembrar dele
tocando um instrumento imaginário

é felicidade miojo!

terça-feira, 5 de junho de 2012

E agora José? (minha versão)

E agora José?
 a vida acabou deixaste cinza os dias
 e as flores do Jardim de nossa casa murcharam
 o jardim que nunca tivemos
mas o perfume delas invade a janela do teu quarto todos os dias as 18h.
Nessa hora José
nessa hora você sentava no sofá e assistia a sequência de novelas.

Vamos assistir filmes José?
Falar sobre livros que eu já li, ou sobre os que já leste.
Vamos dançar no meio da sala
cantar versos de uma vida boêmia que nunca tiveste
chorar ao chegar na cozinha
ao ouvir as músicas antigas que mamãe ouvia

Se você risse
se você me chamasse
se você cantasse
se você dançasse
se você morresse
Mas
você já se foi José!
e agora o que tenho?

dois sorrisos estampados numa foto em preto e branco
lembrança de um 1o dia de um novo ano qualquer
um dia que eu empolgada com a máquina digital disse :
Olha pra foto, José!



(pro meu pai e amigo José, que me deixou uma saudade sem tamanho)

quinta-feira, 22 de março de 2012

se joga no mundo,garota!

quando anônimos te fazem refletir?
quando demonstram te conhecer e te aconselham a fazer algo simples
que pra você é muito dificil de fazer.
mas, dessa vez o anônimo sugeriu algo
que eu já vinha fazendo.
de qualquer forma, obrigado (a) ;)


(Yalkot bétochat schéahava tachlit otanou/
Até o amor decidir por nós, eu vou caminhar nele ♥)

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Nem moderno Nem romântico

Sim, eu tenho teorias malucas para o amor. Pior, malucas para aceitar qualquer possibilidade de que elas são verdadeiras.
essa coisa toda de amor,o pra sempre,e essa breguice toda.
Ai ai, o destino...
e um alfabeto todo que passa a ter outro significado...(reticencias poeticas)
anagramas que acabam numa mesma palavra ou no que seriam sinônimos.
ESTOU FICANDO CONFUSA, Parem o trem! E deixem o pobre Werther em paz.
(suspiros poéticos)
Mas que viagem!!!! Em 10seg um mundo todo passa na nossa frente.
E mesmo sendo o mundo tão vasto, o que passa na sua frente se resume a uma só pessoa.
Não, engana-se quem acha que eu gosto de falar sobre o amor e seus derivados.
não sou romântica e me forço a não cair em tentação, amém!
Mas,eu admito
cansei de testar minhas teorias,
no fundo elas não eram de amor, e sim de desamor.
cansei de tentar prever as coisas também,
tô deixando as surpresas de uma forma redundante e engraçada me surpreeenderem.
tô esperando que as coisas prevísiveis sejam só positivas e boas,
tô saindo do piegas e clichÊ para novos anagramas, esperando que os meses se multipliquem sem cessar.
eu

acreditando.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Triângulo Amoroso



Sentada eu admirava Tulipa cantando.
Que voz suave a dela...Gosto do jeito que ela tem, de menina dançando.
Noutro canto, séria eu podia ver Clarice...o tipo monossilábico, de um sorriso indecifrável.
As duas falavam sobre pessoas, sobre o amor
Uma gostava de dançar, embora precisasse ser conduzida.
A outra não gostava de conversas. nem no elevador, muito menos sobre sua vida pessoal.
Tulipa com rimas simples, achava uma boa idéia viajar pro Japão.
Clarice, por sua vez pensava em desafiar a esfinge em sua próxima viagem ao Egito.
E eu que ao mesmo tempo admirava as duas, concluía o quanto suas diferenças me atraiam.
Não sabia dizer de quem eu gostava mais.
Não devia gostar mais de uma,
era injusto!
Logo agora que as duas haviam se tornado minhas melhores amigas.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Tão clichê quanto romântico - Parte I


Eu gosto da idéia do "pra sempre"

É a receita pra manter um coração cheio de esperanças.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

sem respostas

Mais uma vez me encontro fazendo perguntas sem obter respostas.
E se as perguntas são dificeis de entender,teriam respostas impossíveis então?
A que parte do mundo eu pertenço?
Eu vejo pessoas andando com atrativas embalagens, mas o gosto, textura, consistencia são sempre o mesmo.
E eu hei de estar mais uma vez a beira do abismo com a minha esperança no colo. Ela implorando por mais uma chance e minha (falta) de sensibilidade ignorando qualquer súplica.
Mas e a minha fé? A que eu prometi jamais abandonar em nome da minha crença?
Meu autismo não me impede de ter a visão do mundo que eu tenho. E eu consigo deixar pequenos fatos me abalarem estrondosamente.

Eu preciso de algo que nem mesmo eu sei o que é.

Pois bem deixo os meus escritos pra trás e volto a ouvir as músicas que me façam pensar no gosto mais doce das coisas.
E se ninguém entender, eu não ligo.

domingo, 23 de outubro de 2011

It's not enough

Cara sem coroa.
parte sem metades.
Sentimento indivisível.
Sentimento unilateral.
Quando a outra parte
te completa no seu imaginário.

domingo, 9 de outubro de 2011

Tudo na vida passa...

E ela estava tão feliz
que passou só
pra me dizer
que eu não era o motivo de tamanha felicidade.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

a chave do problema ou da solução?

Nosso Caso é uma porta entre aberta.

Um entra e saí de fofocas,
beijos,
novidades...
Coisas indesejáveis também.

Se alguém interferir em nossa relação, amor.
Eu não posso culpar ninguém.

Então,
antes que eu me esqueça:

Onde está a chave?





Grito de alerta- Ma Bethânia + poema do C. Drummond

Raindrops keep falling on my head

A chuva me fa pensar
no teu cabelo molhado
no teu sorriso encharcado...

que brilho terão os pingos de chuva
molhando tua pele morena?

A tua chuva me inspira,
enquanto estou olhando os pingos
que escorrem pela janela de vidro.

Então eu ouço a tua música
e fico a imaginar
quando eu vou te ver passar?





p.s: Esse eu fiz pro Kallebe, de tanto que li os poemas do livro dele e das músicas que ele já fez... Já é uma pessoa querida por mim. Vou pertubá-lo sempre dizendo : ''Cadê o Christian? '' ;)

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

My heart is not blue

Passei horas pra escolher a cor do esmalte que eu usaria esta semana.
Tenho uma coleção de esmaltes coloridos, tarefa dificil escolher uma cor só.

Escolhi laranjado!!!
Laranjado é a cor do quê mesmo?
E daí?
Ahhh! bobagem quem diz que não é a cor do amor...

O amor é de todas as cores,
E hoje ele vai ser LARANJADO!!!




Blue em inglês significa a cor azul e tristeza.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Entre acordes e baquetas

Começou com uma bossa nova,
''um cantinho e um violão...''
entre olhares e declarações.

Mas terminou com um Heavy Metal.

Enquanto eu gritava verdades
ouvia mentiras em coro
e todo dia eu pedia bis!

Então, é isso mesmo:

Dó, ré, MIM, fá, sol-zinho?

(sozinho)

domingo, 14 de agosto de 2011

Eu tenho um plano!


É claro que a gente se ENTREGA.
É claro que a gente se joga de cabeça com braços e abraços
e se perde em meio a tantos laços.
E o que você faz com seu coração? Não pensa nele não?
Eis a questão Shakesperiana.

Ele, ser pulsante e ''amór''fico não faz nada
INvoluntariamente
ELE (só ele) é o MANIPULADOR!
E nossos sentidos, mente e corpo
só conseguem obedecê-lo.
(Rio do meu coração, e só faço o que ele quer- Goethe)
Coitados, foram teleguiados!

E não há dúvida nem culpa quando se está apaixonado.

E depois passado o efeito da HIPNOSE
e o comandante não vê mais emoção em uma de suas
AVENTURAS

Você se sente PERDIDO, mas dessa vez longe de abraços
e em meio a laços desfeitos.
Os Nós, EUs e MEUs
ficam para trás. (mais uma vez)
E você inventa DESCULPAS, procura saver de quem
é a CULPA... em vão!

Veja bem as etapas, caro leitor :
hipnose, alienações, arrependimentos...Ah! (INÚTEIS) promessas, as de que você não cometerá o mesmo erro.
Claro, seria BURRICE, não é mesmo?

Mas aí lá vem ele de NOVO (o seu coração, isso mesmo)
todo cheio de si, todo OFERECIDO.
E assim, com ele assoviando e cantando Cheek to cheek. Eu lhe garanto que já é tarde demais.
E não adianta você trancá-lo a sete chaves. Pois, ele tem PLANOS MIRABOLANTES.

''Ok. Eu me rendo.''
É tudo que você consegue dizer.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Encantadoramente triste

É uma simples menina por trás de óculos com detalhes liláses.
De formas pequenas e delicadas. Muitos a comparam a uma boneca.
Quando acorda, mantêem os olhos fechados pois o sol logo de manhã em sua cara a faz desmaiar.
Passa as mãos pelos longos cabelos, prende algumas mechas com um laço preto que se destaca dentre seus cachos dourados.
Um blush pra deixar sua cara menos pálida e rosada.
Coralie Clément e seu ar seiscentista fazem ela cantarolar com o seu francês (imperfeito) .
Na bolsa um caderninho pra recados e uma caneta colorida. (Na verdade esse caderninho serve pra ela compor seus versinhos simples e cheio de enigmas)
Ela não entende por quê todos na rua a cumprimentam com um sorriso no rosto. Ela jamais os corresponde.
Acha os meninos por diversas vezes monótono.
Não confia nas meninas, acha que elas tanto quanto os meninos servem pros seus momentos de distração.
Supõe que ninguém é capaz de entendê-la
Ela só saí de casa no horário de sempre e pro lugar de sempre (como diz a sua mãe)
Canta , escreve. Pouco conversa, Muito lê. (Clarices, Cecílias, Florbelas e Caios).
Monologa.
Gosta de sentar na sacada sob a luz do luar e ficar a contar as estrelas.
Seus momentos de diversão é com a máquina fotográfica na mão, quando ela observa as nuvens brincando no céu e faz ótimas fotos.
Diz que as nuvens são feitas de algodão doce cor de rosa.
Brinca com borboletas coloridas,roda bambolê de olhos fechados ao som de Ella Fitzgerald e em poucos segundos se vê viajando em uma época que pensa ter vivido.
Como na música da Marisa Monte : descobre sensações diferentes, sente e vive intensamente.
Mesmo seus grandes e lindos olhos se escondendo atrás de vidrinhos, acabam chamando a atenção daqueles que param pra olha-la.
Lindos e tristes olhos naquele olhar de menina.
Seu temperamento forte contrasta com seu ar de menina indefesa.
Conta mais experiências do que sua aparência possa denunciar.
Guarda o coração a sete chaves, gosta de se sentir independente de emoções e dependente de atitudes racionais.
Mas acorda raras vezes desejando que o amor não lhe apareça, pois se sente romântica.

Embora ela se feche no seu mundinho imaginário.
É infinita, sensível e linda, do tipo que chora sentada no chão da cozinha.



#ouvindo minhas cantoras preferidas : Winehouse, Clément e M.Monte.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

sobre café e a minha rotina.

Sobressaltada abro os olhos as 5 e 30. '' Mais duas horas de sono, amém. ''
Então o despertador toca as 7:30, aperto pra ele tocar 5 minutos dpois, enquanto isso me encolho na cama e matenho meu pensamento no sonho, que eu nem me lembro mais, mas agora tanto faz.
A preguiça me consome , o despertador insiste e eu repito pra mim mesma : levanta logo, levanta logo.
Me viro pra janela e vejo que minhas flores amarelas cada dia parecem mais bonitas, e com essa linda paisagem da manhã eu me levanto. Arrasto me até o banheiro e digo : mas tá frio e eu tô com preguiça, encosto-me no vidro do box enquanto vejo a água do chuveiro cair. Eu sempre faço isso antes de me aventurar no banho gelado numa ilusão de que as 1as gotas são de água gelada e que dpois vai ficar morninho.
Mas que droga meu chuveiro elétrico quebrou! Me lembro que se eu fosse de fato francesa, inventaria uma boa desculpa pra pular a parte do banho.
Ai, é só preguiça não é falta de higiene.
Já debaixo do chuveiro me vem uma lista de coisas que tenho que fazer durante meu dia. Visto meu uniforme, apanho minha bolsa, ipod no bolso e já vou curtindo uma playlist nova enquanto dou bom dia pra minha mãe e tomo meu leite com achocolatado.
No ponto de ônibus eu reclamo pro sol, porque ele me traz tanto calor e um mal estar.
A viagem de ônibus é aquela tortura, o cobrador mal educado, aquele motorista que adora um brega de manhã cedo e que nunca responde o seu obrigado ao saltar do ônibus. Sem contar o passageiro ao seu lado que acha que você tá curtindo a música que ele mais gosta em alto som e o outro que está em pé se encostando em você aos berros com alguém do outro lado da linha.
Chego no trabalho, ponho meu sorriso sincero no rosto e exclamo o meu mais entusiasmado Hello! Na esperança de animar não só os alunos como também o meu interior.
Na minha repetida série do dia, lavo as mãos e vou logo procurar a garrafa de café com açúcar. Um copo. Uma conversa na sala dos professores, mais um copo, e pá: hora de entrar na sala.
A tarde repito a mesma ordem dos fatos matinais: ônibus, e agora um Good Afternoon, e mais copos de café.

Minha mãe acha curioso o meu vício em café quando eu tô trabalhando, em casa não abro mão do meu leite com achocolatado.

P.s: Hoje fui pro trabalho ouvindo Queens of the stone age. Minha playslit diária é a única coisa que não se repete na minha rotina, ela varia conforme a disposição musical com a qual eu acordo.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Pretenders

a gente finge que tá tudo bem.
a gente finge que não sente mais nada,
a gente finge que não sente dor.
a gente finge que logo vai passar
a gente finge que (não) é amor.

esse é o problema,
a gente só finge.


Ouvindo Evidências (versão sertaneja mesmo)

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

sem açúcar

uma folha borrada,
flores murchas,
um peixe solitário.
a vida é tão cinza
quando escolhemos o outro lado.






''ai meu amor, a solidão vai me matar de dor....'' - Nara Leão